
Passaram-se quase 100 anos e a Casa de Papel ainda está de pé. Hoje se tornou um museu gerido pelo neto de Stenmanù. Continua a ser para todos os fãs um exemplo da arquitetura eco-sustentável, muito real e para ser copiado em outros edifícios.
Com a evolução da tecnologia e com uma sensibilidade ambiental do processo de população, a matéria prima utilizada para a produção de papel a partir de árvores coníferas, bétula e eucalipto, está mudando lentamente.
Também graças a este engenheiro e esta casa de papeis, hoje se defende a floresta e se aprende a respeitar sempre mais aquilo que nos rodeia.